Alguém já se sentiu como o Álvares de Azevedo? Ou, pensou ser um personagem de um poema ultra-romântico?
Sim? Não?
Amar é algo muito divertido, pelo menos no meu ponto de vista.
A cada amor descobrimos mais sobre nós mesmos!! É simplesmente, incrível!
Porém, há fazes em que vivemos um ultra-romantismo desenfreado.
Alguém ai já sentiu algum desses sintomas:
- Leva uma vida desregrada;
- Desinteresse sócio-político;
- Estudos acadêmicos;
- Ócio;
- Casos amorosos;
- Leitura de obras literárias;
- Estilo de vida Byroniano;
- Onda de pessimismo;
- Apego a valores decadentes (bebida, vício e atração pela morte);
- Temas macabros e satânicos;
- Morte prematura. -> coitado daquele que chegar aqui!
É, creio que muitos podem ter se identificado com pelo menos uma das características, assim como eu.
Mas amar e ter medo de amar é uma característica que todos possuem. Mas, isso não significa que você faz parte de uma classificação literária.
Meu maior problema foi quando ressoou em minha mente a frase: "Eu sou a reencarnação do Álvares de Azevedo". o.O
Ainda bem que passou rápido, ao lembrar-me de como foi a biografia real da vida dele, tudo mudou.
Infelizmente, eu acho ele o "cabaço" da nossa literatura, em questão de vida; não de habilidades e inteligência.
Por isso, não quero ser a reencarnação dele!
Triste e sozinha? Eu?!
Não quero isso para mim!
Ser brilhante literalmente talvez não seja tão bonito na prática.
Posso dizer com segurança que esta fase já passou e que eu não quero terminar minha vida como a dele (tanto que, isso seria impossível, eu teria que ter morrido dois anos atrás para terminar à vida como a dele).
Mudei para outra fase... ainda não sei onde me enquadro literalmente, mas o ultra-romantismo e o Sr. Álvares de Azevedo, já deixei para trás.
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